sábado, 28 de março de 2009

A singularidade da Bíblia.


A Bíblia é um livro único que afirma ser a própria palavra de Deus. Por mais que muito busquem encontrar alguma contrandição nela, trata-se do livro mais citado, mais publicado, mais traduzido e mais influente na história da humanidade.
Na verdade é uma coleção de livros, sessenta e seis ao todo.
Certo autor, escreveu sobre a singularidade da bíblia e expressou-se assim:

"Escrito ao longo de 1500 anos;
Durante um período de mais de 40 gerações.
Escrito por mais de 40 autores, provenientes das mais diversas posições e áreas de atividade-incluindo reis, camponeses,filósofos,pescadores,poetas,estadistas,sábios,etc.:
Escrito em direferentes lugares.
No deserto, por Moisés;
No calabouço, por Jeremias;
Num palácio, por Daniel;
Numa prisão, por Paulo.
Durante viagens, por Lucas;
Na ilha de Patmos,por João
Durante as durezas de uma campanha militar, por outros;
Escrito em épocas diferentes;
por Davi em tempos de guerra;
por Salomão em tempos de paz;
Escrito com diferentes estados de ânimo;
alguns livros escritos no auge da alegria e outros nas profundezas da aflição e desespero
Escrito em três continentes-Ásia,África e Europa;
Escrito em tres línguas;
hebraico,aramaico e grego;
Finalmente, seu objeto de estudo inclui centenas de tópicos polêmicos.Observa-se ainda que os autores bíblicos escreveram harmoniosamente e com continuidade, de Gênesis a Apocalipse.
Há somente uma história."

quinta-feira, 19 de março de 2009

Clínica "As afeições religiosas"


Estudar as afeições religiosas nos leva a uma reflexão profunda do que entendemos ser os sinais de uma verdadeira experiência com Deus.
É comum encontrarmos crentes afirmando que tem uma vida espiritual genuína pois viveram ou vivem uma "certa" experiência que os fazem acreditar nisso, porém, Jonathan Edwards ao escrever o seu livro "As afeições religiosas", estava lidando com uma situação muito delicada em sua igreja e ao discorrer sobre o assunto, ele nos alerta que a "mente e não a emoção deve ser enfatizada na espiritualidade verdadeira".
Muitas vezes uma demonstração de um relacionamento com Deus (exageradamente emocional) não é sufuciente.
Embora faça parte da vida de um cristão verdadeiro, não é garantia de uma alma regenerada.
É preciso que se verifique se há afeição religiosa, pois esta de fato é uma confirmação de uma espiritualidade genuína e sem essa característica não existe regeneração.